Madonna completa 20 anos do lançamento de Erotica!




Sim, hoje temos um maravilhoso motivo para festejar: o vigésimo aniversário do quinto álbum da carreira de Madonna, Erotica
Lançado em 1992, marcou o período mais sexual e polêmico da artista - características essas refletidas nas vendas do álbum, que foram baixíssimas em comparação aos trabalhos anteriores da artista... Não importa! É sem dúvida alguma, para mim, um dos melhores de toda a carreira da Rainha do Pop! Musicalmente, as canções possuem uma forte influência do jazz (herdada da experimentação na trilha sonora de  I'm Breathless) sem deixar de lado a pegada pop intrínseca à Madonna... O conjunto da obra Erotica - que inclui o álbum, um livro fotográfico intitulado SEX recheado de deliciosas sadomasoquistas protagonizadas pela cantora, o filme Corpo em Evidência e a tour amparada no álbum musical chamada The Girlie Show - possui como tema fundamental o amor, a liberdade, a dor e o sexo tidos em concepções únicas que uniu os sentimentos numa personalidade misteriosa e sadomasoquista, Dita!

Os singles...

Primeiro single do álbum, a faixa-título Erotica possui uma letra safada, gostosa e épica! O vídeo foi produzido com os bastidores do livro SEX e é como um curta-metragem de toda a obra... 



A segunda canção trabalhada foi Deeper and Deeper - a minha predileta... Com alma de dança, aspectos de música latina e final de Vogue... Quer mais? Então está aí, um videoclipe cheio de simbologias, mensagens subliminares que vão desde à perca de inocência da cantora à sua relação com o satanismo:



Mais tarde são lançados também Bad Girl, Fever e Bye Bye Baby (sendo que o último não teve videoclipe gravado).... Mas não posso me abster de falar sobre a canção mais gostosa do álbum todo e que, infelizmente, nunca foi lançada, Why's It So Hard! Batida gostosa, toques de reggae e uma melodia chiclete que faz qualquer um requebrar... E para fechar com chave de ouro, a performance dessa maravilhosa canção na tour que aconteceu um ano após o lançamento do álbum... A mais caliente, sexual e diversa de gêneros do show inteiro!




Parabéns Madonna, ou melhor, Dita! ♥

Yep! Beyoncé no Super Bowl 2013!



Não, nem só de tragédia vive a indústria pop nos últimos anos... E uma grande estrela - e artista - desse século é, sem dúvida alguma, Beyoncé!
Uma cantora maravilhosamente poderosa e que arrasta multidões por todo mundo estonteando à todos com uma personalidade sólida, forte comprometimento profissional, grandes canções e sim, 30 minutos no intervalo do maior evento televisivo dos States!!!
Agora sim, nós podemos imaginar... Se o evento deste ano - os 13 minutos de Madonna (e diga-se de passagem, o momento mais gay do esporte) foram de tirar o fôlego, o que podemos esperar da próxima edição com a mais poderosa e aclamada diva da música pop?
Quantas parcerias especiais poderíamos esperar, nessa longa performance? Com ou seu playback? É crianças, só dia 3 de fevereiro de 2013!
#Ansioso

Diamonds e a tragédia profissional de Rihanna


Como bem li dia desses, final de ano com certeza tem natal e álbum novo de Rihanna... Contudo, o que antigamente me incomodava soou, neste ano, como um alívio...

Quem me acompanha há algum tempo sabe que eu francamente detestei Talk That Talk - um verdadeiro fracasso após a obra-prima produzida em LOUD... Então, álbum novo representaria o resgate de uma artista imersa em canções ruins, genéricas e que desperdiçavam um enorme talento por trás de uma mulher completamente perturbada... Entretanto, estava prestes à cair da mula...
Espere... Vamos recapitular... 
Talk That Talk - ruim como era - só teve um hit, We Found Love (que só fez sucesso pela interpretação de Rihanna: na voz de qualquer outro(a) seria um grande flop). Todas as tentativas após - You da One, faixa título, Birthday Cake (que nem tanta polêmica salvou) foram enormes fracassos, tanto que só a primeira teve produção mais elaborada. Qual a saída da gravadora? Jogar outra faixa eletrônica: Where Have You Been - ainda mais vazia e genérica que o primeiro single - para tentar dar outra bocada no público dance club. Comercialmente a jogada foi genial, artisticamente foi um grande lixo.
Capa do single: lamentável.
Arte do novo álbum. Imenso mal gosto.

Os trabalhos desse álbum também demonstraram todas as perturbações da cantora: solidão, consumo de substâncias químicas e a sua novela com Chris Brown que não, não acabou e ainda está longe de acabar - e as possibilidades de que ela acabe num altar são grandes.
Lançamento de álbum novo seria, então, o momento de resgatar a popularidade e a 'máquina de fabricar hits'... Esquece! A moça de Barbados nos presenteia com a incrível - porém não - Diamonds: canção fraca, sem pegada pop, sem alma, sem absolutamente nada... Como eu sempre digo - não discuto charts, vendas, discuto qualidade do produto como consumidor que eu sou e, nessa condição, posso lamentar os rumos que a carreira de Riri está tomando! Sua carreira não possui apenas grandes hit's, mas sim grandes canções - contagiantes, emocionantes, vibrantes - que marcaram nossa juventude, nossas lembranças e que ainda tocam nos nossos ipod's! Características essas perdidas numa tentativa incensante de demonstrar-se transgressora e desenfreada, momento no qual as perturbações pessoais misturaram-se com as profissionais, jogadas pelo ralo (e com ela, infelizmente, uma linda e poderosa voz!).
Sou um grande fã de Rihanna e suas canções habitam minhas playlist's prediletas, mas há alguns meses seu trabalho me decepciona e me chateia, e creio que muitos, assim como eu, lamentam o período no qual essa grande estrela está enlameada... 


Dias melhores, espero eu, ainda virão!


Born This Way Ball Tour - O absurdo mundo de Lady Gaga!


Finalmente, depois de meses afastado do meu amável blog, cá estou eu com um layout lindo recém saído do forno e uma cabeça cheia de ideias e inquietações a dividir com vocês... Mas então, sobre o que escrever na publicação que será a primeira de uma nova era para o Poupe-me!?


Ora, o que mais tem alimentado a indústria pop nos últimos meses senão a absurda nova turnê de Lady Gaga, Born This Way Ball Tour? De momentos maravilhosos aos ápices do no-sense, a cantora nova-iorquina está disposta a mostrar que convincente ou não, ela veio para ficar...
Nessa matéria comemorativa da volta do P!, contaremos nossa opinião, faixa por faixa da agitada setlist, contando tudo o que há de melhor e de pior na apresentação que chega ao Brasil em novembro...

O Palco

Um show de iluminação!


Se fosse pra descrever em uma palavra, seria megalomania. Além disso, poderia citar outros adjetivos como demodé, exagerado, infantil, artificial etc. Digamos que a primeira impressão seja idêntica àquela de quando vímos a capa do álbum (BTW) pela primeira vez: choque. Talvez tenha sido a mesma impressão que tivemos ao ouvir pela primeira vez The Edge of Glory: espanto. Talvez, ainda, a mesma impressão de ter assistido ao vídeo de Born This Way pela primeira vez ou então Lady Gaga saindo de um ovo no Grammy's e aquela nauseante sensação de que "ela perdeu a mão"... Contudo, a soma de todos os aspectos desta era (que ainda conta com a frustrante presença de um Jo Calderone que entra pelos fundos do Video Music Awards de 2011 e pêlos pubianos de Gaga azuis no Much Music Awards daquele ano) resultam num produto psicodélico, absurdo, exagerado e até chato... Mas íntegro. Gostando ou não, a jovem Stefani não mudou de direção, de foco em nenhum momento apesar das críticas que, agora como nunca, cairiam sem pena sobre sua grammyada (termo que inventei) cabeça... E o conjunto da obra - tão "forçado", digamos assim - compôs a genialidade de seu último album de trabalho, íntegro, coisa que poucos artistas conseguem sustentar mudando a cor do cabelo (vide LOUD que possui a mesma genialidade que é, contudo, embasada na estabilidada visual de Rihanna)...
Iluminação de palco multicoloridamente impecável, surpreendentes transformaçãos no reino da Mother Monster (porque enquanto vocês brigam por uma coroa pop, ela constrói o próprio castelo) e um resultado visual muitíssimo divertido e inovador!

A Setlist

Recheado com as faixas de Born This Way e dos singles anteriores da cantora (além de a recentemente incluída Princess Die), o show segue o perfil da cantora e é dançante, vibrante e divertido...

 1. Highway Unicorn (Roat to Love)

Com direito à unicórnio mecânico e uma verdadeira frente de guerra vinda de G.O.A.T., uma abertura marcante, forte e bem teatral... Antes de a turnê começar muito já se especulava de que realmente fosse esse o ato de abertura, visto a intensidade explosiva da canção. Contudo, a cantora não alcança perfeitamente os acordes da versão de estúdio...

2. Government Hooker

Partircularmente, é uma das minhas prediletas. Vestida de Alien x Predador e com poses sensuais, ela entra no clima da canção e como a prostituta do governo G.O.A.T., seduz sua vítima com uma letra divertida e absurdamente indecente...



3. Born This Way

Aí está sobre o que eu dizia sobre alguns momentos no-sense. Ainda não me conformo com o fato de ele ter a audácia de colocar um par de pernas gigantes abertas em cima do palco para que seus dançarinos saiam, lindamente, de uma grande vagina... Mas aqui estamos com a temática da faixa: Lady Gaga dando cria - desta vez, sem meleca.



4. Black Jesus Amen Fashion

Ainda vestida com o látex restante de Born This Way, performa a sua faixa predileta da versão deluxe do álbum. Sabe que fiquei surpreso! Em momento algum imaginei alguma coreografia plausível pra canção que, a princípio, nem faria parte desta setlist. É aquele tipo de música que ninguém espera grande coisa, e que no fim, sai graciosa. Nada de muito interessante, mas sim, bonita!


Uma das minhas decepções diretamente proporcional ao quanto eu gosto da música. Tanta teatralidade no concerto geral e uma das músicas mais misteriosas do álbum se resume em bonecos mecânicos no palco. Sim, eu esperava sangue, vermelho... Talvez se fosse adicionado algum efeito especial, como neve artificial, o resultado fosse melhor, mais sofisticado. Performance fraca pra uma grande canção.


6. Bad Romance

Essa que será a Like a Virgin de Gaga, não poderia faltar. No melhor estilo cabra-evangélica, temos uma canção que por sí só é incrível. Uma daquelas que talvez apenas com um microfone, será igualmente avassaladora. Como Like a Virgin.



7. Judas

Perodem-me, todos... Mas essa é a pior música da carreira inteira de Gaga, senão dos últimos anos da indústria pop. O que poderia salvar, o videoclipe, peca por ser extremamente infantil e previsível, apesar de visualmente bonito. Mas as performances que sempre a sustentaram no palanque da "grande performer", sempre foram horríveis, e aqui, gostaria de lembra-los do fiasco colossal que foi a primeira apresentação da faixa no Ellen Degeners que é grotesca do início ao fim e em todos os aspectos possíveis. Na turnê, não é diferente; figurino que não combina, vocais medonhos... Enfim, Judas é um erro sem fim.


8. Fashion of His Love / Just Dance

Não é uma das grandes performances, mas é gostosinha... Vestida de origami e brincando com seu cabideiro gagaesco ela tem seu momento "strike a pose". Contudo, o que me incomoda é que editaram tanto os vocais pro álbum que é humanamente impossível ela alcançar a velocidade e o tom da versão estúdio! Quanto a Just Dance, ela sempre performou bem esta faixa, e sempre fará isso bem. Figurino lindo, bons vocais e uma platéia que vibra com o primeiro grande sucesso da cantora.


9. LoveGame / Telephone

A combinação que deu certo. Um trecho de LoveGame sexy, figurino bonito, uma versão pop daquelas taças que tinham em programas de auditório na década de 80 que se conclui com a comédia que é a Mother Monster ~tentando~ fazer a coreografia de Telephone. Um dos meus momentos prediletos do show, muito muito e muito bom!



10. Heavy Metal Lover

Amei o conceito mulher-máquina resgatado da arte do álbum. A música por sí é sexy e a performance ressalta essa sensualidade de um modo incrível e demonstra que essa caracterísitca - presente em todas as cantoras pop - se diferencia em Gaga. Lembro-se de suas palavras uma vez...

Estou redefinindo o que é sexy...

11. Bad Kids

Um momento maluco, pseudo-rockeiro e meio pobre. Acho que é por não gostar da música que não me chame a atenção.

12. Hair / Princess Die

Resgatando um dos seus excêntricos "pianos" da apresentação no iHeart do ano passado, embala Hair daquele modo clichê que os little monster adoram... Alguns dizem que queriam que ela apresentasse a versão estúdio, mas creio que ela não o faz por gostar da versão que sempre apresentou, com piano. PORÉM, há alguns meses foi adicionada a sensacional Princess Die, faixa inédita e que ~correm rumores~ pode não estar no novo álbum previsto pra ser lançado no próximo ano. Linda e emocionante!

13. Yoü and I

Como ela pode tornar tão simples a performance da minha música predileta, hã? Queria dançarinos, queria coreografia, e o que temos? Piano! Na Monster Ball tudo bem, mas aqui? Decepcionado, apenax.


Tinha tudo pra ser linda; jogos de luz, palco e uma guitarra nos braços de Gaga (uma novidade)... Tudo corre bem até ela tentar fazer alok Marilyn Manson no final e o resultado ser hilário de tão patético. É quase boa, quase.


15. Americano / Poker Face / Alejandro

Agora sim, a maior performance da noite! Talvez pelo fato de ser a minha segundo predileta do álbum e pelo fato de ter chorado sangue por seu não lançamento como single! O início conta com um solo de violão de Spanish Lessons e as portas do grande açougue de Gaga se abrem... Um momento maravilhoso - referência ao indiscutível vestido carnívoro - e uma coreografia tão boba e genuína que fazem todo mundo ficar chaqualhoando as pernas... Não sendo suficiente, finaliza com uma versão sofrida à la mexicana... Emenda com seu grande hit, Poker Face que leva ao delírio sua platéia e, dignamente, encerra o ato "bovino" com Like a Virgin na Blonde Ambition Alejandro num sofá, também de carne. Todos os vocais e coreografias bem feitas. O ponto mais alto do show!

Gaga e a gangue das açougueiras.

16. Paparazzi / Scheiße

Duas músicas prediletas pelos fãs e muito bem apresentadas... Contudo, eu devo falar do figurino: odiei. Ela ficou quase "anã" (e digo isso como um quase anão que tem a mesma altura que ela) e levemente acima do peso. Apesar disso, coreografia linda e cenário perfeito. E claro, o delírio dos fãs que amam/são (detesto esse trocadilho imbecil) a canção em alemão!

A eletrizante e sensacional Sheiße!


17. The Edge of Glory

Mesmo que fosse de camisola e com um par de hawaianas néon nos pés, seria uma performance linda... Isso por que, diferentemente de muitas essa valoriza muito o vocal da cantora e, é claro, tem uma mensagem muito profunda. Achei digníssimo o figurino Versace - o único e próprio para esta canção!

18. Marry The Night

Então, amigos meus... Ela começa o show de um modo completamente teatralizado e termina dizendo "agora tchau, o show acabou"? É isso, produção? Não, não me conformo. Performance pobre pra canção mais exuberante do álbum, mais significativa. Faltou enredo, encenação... A performance da mesma faixa na premiação da MTV européia (aquela deitada na Lua) foi milhões de vezes melhor! Minha última (obviamente) decepção do concerto!


Considerações Finais

Apesar de todas as minhas possíveis críticas, o show em sí é maravilhoso... A qualidade de Gaga sobre o palco evoluiu muito desde a Monster Ball - vocais melhores e mais desenvoltura são apenas alguns aspectos dessa evolução. Contudo, ela nos presenteia com o que há de melhor e não poderiamos esperar menos dela, e qualquer deslize, por menor que seja, aparece mosntruoso sobre a ótica de seus fãs. Não há duvidas de que esta será (ou melhor, é) a melhor turnê do ano e que sim, ela uma gigante da indústria pop, She's Not Me a parte... 


Madonna vs. Lady Gaga


Perdoem-me o clichê do título desta postagem, acreditem, devo ter levado uns três minutos a decidir qual seria o ideal, e no fim, sem uma conclusão, apelei.
 A questão é, não bastou toda a avalanche de comparações entre Madonna e Lady Gaga desde que a novata entrou no mainstream para que o ego da veterana fosso suprido. Pelo contrário, talvez o sucesso gigante que Gaga conquistou nos últimos anos fez com que a fúria de Madge crescesse ainda mais. Sim, é disso que estou falando, fúria. Copiando descaradamente ou não, Lady Germanotta tem chegado muito próxima do legado que a Rainha do Pop levou anos para conseguir: visibilidade, reconhecimento e credibilidade além de, é óbvio, sucesso que a diva dos anos oitenta não consegue conquistar hoje em dia; mas que fique claro, de modo algum desmereço-a, até por ser um grande fã! MDNA Tour vem com tudo e promete ser uma das melhores disgressões do ano! No entanto, o desempenho de seus albuns e singles desde 2003 tem sido grandes fracassos quando comparados com os antecessores.
Mas aí, somos deparados com outra questão: Lady Gaga realmente copia tudo o que vê pela frente? Faço minhas as palavras de Édipo Barreto, autor do Que Delícia, Né Gente?!;
Ela copiou Madonna, Michael Jackson, Kylie Minogue, David Bowie, Grace Jones, Róisín Murphy, Cher, Björk e até mesmo um pouco Christina Aguilera e Britney Spears? Sim. Mas ela não escolheu um ou dois e se espelhou completamente neles. Stefani Germanotta, na verdade, pegou os melhores pedaços de cada um - e de todos ao mesmo tempo - e montou um complexo Frankenstein do pop chamado Lady Gaga.
E não são raros os casos, aliás, são os mais comuns, em que sua versão copiada supera a original.
 Isso diz muito sobre o que Lady Gaga é, um Frankstein nascido de pedaços esparsos de todo o universo pop, superando muitos daqueles que contribuiram para sua personalidade artística e, não estranhamente, encomodando-os por ter se tornando tão grande quando eles sonharam ser ao terem a sua idade.
Mas por que, afinal de contas, estou falando isso? Porque, ao que tudo indica que Madonna irá cantar Born This Way em sua nova turnê, mas a questão é, ela não irá apenas "cantar" uma faixa de Gaga; ela usará de todos os artifícios possíveis para humilha-la, torna-la tão barata quanto o Rolex falsificado que a mãe monstra gostaria de comprar na Tailândia, num medley tão cruel quanto poderia ser: Madge cantaria Express Yourself seguido de Born This Way (o que já seria humilhação suficiente dado todo o burburinho que sempre cercou a faixa de Gaga) e irá despedaça-la com uma canção de seu último albúm (Hard Candy); She's Not Me, que tem o refrão terrível...
Ela não sou eu, ela não tem meu nome, ela jamais vai ter o que eu tenho, não vai ser a mesma coisa.
E eu posso pressentir a platéia indo a loucura, beijando os pés de sua diva e cantando em uníssono: Lady Who?
Francamente não gostaria de viver para ver isso acontecer, não somente por Lady Gaga, mas porque Madonna está deixando-se levar por seu ego gigantesco e está ignorando completamente a mensagem que a intérprete de Born This Way quer transmitir.
Para seus súditos, ela será fabulosamente monstruosa em sua vingança, pisando com toda força e com o salto mais alto sobre a cabecinha multi-colorida de Gaga, ridicularizando-a em um dos palcos mais evidentes dos próximos meses. No entanto, infelizmente, isso pode representar o início do fim: mesmo com todo o talento, foi a arrogância de Michael Jackson que levou sua carreira por água abaixo, no incío dos anos 2000.
Ouça no player o audio dos ensaios do medley maligno em Tel Aviv: